Ponte Romana de Idanha-a-Velha

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Idanha-a-Velha

 

A leste de Idanha-a-Nova fica a que foi uma próspera cidade romana - Civitas Aegitidanorum- Idanha-a-Velha, uma autêntica aldeia museu. Desde o ano de 16 a. C. que existem documentos a comprovar a sua existência. Numa inscrição datada desse ano, consta a oferta que Quinto Gálio Augurino, cidadão de Emerita Augusta (Mérida), faz de um relógio de sol aos Igeditanos. Em 105 a povoação aparece referida numa inscrição na monumental ponte de Alcántara - uma obra muito importante de engenharia romana - como um dos municípios que contribuíram para a sua construção. Por volta do séc. V é arrasada pelos invasores Bárbaros.

Sob o nome de Egitânea, no período de ocupação visigótica, conhece um desenvolvimento muito grande, tendo sido desde 599 sede de diocese e centro de cunhagem de moedas de ouro. A Catedral e o Baptistério são desta época. Em 713 os Árabes arrasaram-na.

O fenómeno da emigração marcou fortemente o quadro populacional da povoação. A principal ocupação das suas gentes está relacionada com a actividade agrícola e pecuária, de sobrevivência. Um pouco por todo o lado, encontram-se vestígios de outras épocas.

Do vasto património existente, na maior parte bem conservado e a ser ainda recuperado, destaca-se a Catedral. Erigida sobre um templo paleocristão, foi posteriormente uma basílica visigótica. Hoje em dia, constitui um dos conjuntos epigráficos mais importantes relativos ao período da permanência dos romanos entre nós.

Dignos de realce são a porta lateral em ogiva e o conjunto de frescos. A Ponte Romana do Ponsul, o Pelourinho (séc. XVI), a Capela de S. Dâmaso (séc. XVIII) e o Museu Egitaniense são roteiro obrigatório.

Bem merece uma visita. Ou melhor, várias visitas.

 


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© 2011 COMPANHIA DAS ÁGUAS DA FONTE SANTA DE MONFORTINHO - José Russo Belo